<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7712179</atom:id><lastBuildDate>Sun, 25 Mar 2012 21:11:21 +0000</lastBuildDate><category>quatro-patas</category><category>policial</category><category>relacionamentos deprê</category><category>relacionamentos</category><title>Contos e Reencontros</title><description></description><link>http://contos.brunofontes.net/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-906575490451058156</guid><pubDate>Fri, 19 Feb 2010 02:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-23T18:22:51.093-03:00</atom:updated><title>Máquinas Incríveis</title><description>Assim que as ganhamos a felicidade é grande. São muitas novidades, muita coisa para descobrir e fazer.&amp;nbsp;No início são um pouco complicadas de usar, erramos muito, demoramos muito tempo para fazer coisas simples. Ok, algumas pessoas têm mais facilidade e aprendem rápido a usar. Outras têm um pouco mais de dificuldade e levam mais tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, com o uso frequente, vamos aprendendo, conhecendo-as melhor e, junto com a intimidade, vem a precisão do que queremos.&amp;nbsp;Conseguimos as controlá-las com mais rapidez, erramos menos, mas os erros também se tornam mais difíceis de aceitar. E assim vamos aumentando a dificuldade/complexidade do que queremos fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem sempre a máquina responde como gostaríamos. Por muitas vezes tentamos fazer uma coisa e acontece outra e costumamos chamar isso de bug. Mas, nós também aprendemos a conviver com estes bugs e driblá-los para conseguir o que queremos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chato mesmo é a manutenção. É importante ter cuidado. Sabendo cuidar, ela dura por muitos anos. Mas, se não tiver cuidado, em pouco tempo ela estraga. Aí, são necessárias peças de reposição, algumas muito caras, e sempre há o risco de perder alguma coisa nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, é claro, ela nos ajuda tanto a fazer tudo que queremos que tudo isso é valido, todo o dinheiro investido e o tempo para cuidar. Algumas pessoas gostam tanto e ficam tão fissuradas por elas que dedicam a vida inteira a cuidar destas máquinas.&amp;nbsp;Porém, outras pessoas não gostam, não cuidam, chegam a rejeitá-las. Umas nunca aprendem a utilizá-las muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É engraçado que tem gente que praticamente desiste delas no primeiro probleminha, enquanto outras, mesmo não tendo conseguido uma boa máquina para usar, sabem aproveitá-las ao máximo!&amp;nbsp;São mesmo muito fascinantes e necessárias estas máquinas, tanto que muita gente não acredita que há vida sem elas. Mas o que podemos dizer? O nosso corpo é realmente uma máquina incrível!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
Escrito por: Bruno Fontes&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-906575490451058156?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2010/02/maquinas-incriveis.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-9075699528121118746</guid><pubDate>Fri, 04 Apr 2008 03:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-04T00:43:24.412-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>relacionamentos</category><title>Resquícios dela...</title><description>Era uma noite com chuva, não muita, mas o suficiente para trazer guarda-chuvas à paisagem. Estava quente, o barulho dos carros passando no asfalto molhado era uma das poucas coisas que se podia ouvir naquele final de dia, onde tudo que se quer é chegar em casa, tomar um banho e descansar.&lt;br /&gt;Quase se podia sentir o conforto da poltrona e o cheiro de pipoca, mas o humor não era dos melhores depois de um longo dia. Ah, mas quando chegasse em casa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentia falta dela... Porque as coisas são sempre assim? O céu parecia chorar sua... Opa, o ônibus! Estranhamente havia fila na porta. O ponto que há pouco estava vazio agora surgiu gente o bastante para gerar um pequeno tumulto para entrar. Era uma guerra de guarda-chuvas e um empurra-empurra para conseguir um lugar sentado. Com um pouco de atenção podia-se observar algumas técnicas d'A Arte da Guerra! Do lado de dentro as janelas fechadas para não entrar água tornavam o ambiente ainda mais quente. Que inferno...&lt;br /&gt;A longa viagem para casa parecia ainda maior, seu rosto refletia na janela, enquanto observava os carros passando. Mas não era tão ruim quanto parecia, ao menos estava ouvindo música e, ao seu lado, com apenas um corredor os separando, uma linda garota que olhava assustada ao redor. Será que conseguiria tentar algo? Mas tudo era tão recente... Ainda sofria desde que ela...  -Hã? Ah, são 9:30!&lt;br /&gt;- Obrigado, disse o velho homem ao seu lado.&lt;br /&gt;Ele passa a mão pelos cabelos com uma certa impaciência, melhor não puxar assunto.&lt;br /&gt;A garota ao lado tinha um olhar mais calmo, porém estava inquieta, mas quem não estava no fim de uma segunda-feira?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua velha poltrona e o cheiro da pipoca foram ficando mais distantes conforme o ônibus reduzia a velocidade, ainda assim o silêncio que sabia existir em sua casa assustava muito.&lt;br /&gt;O olhar alternava entre a janela e a menina do corredor. Não queria que ela percebesse, mas... É, é melhor olhar apenas pela janela. Estava tocando Smoke on the Water no MP3 player, enquanto algumas gotas de chuva insistiam em passar pelo pequeno vão da janela e acertavam seu braço.&lt;br /&gt;Era aquele o lugar, sim bem debaixo daquela árvore foi a primeira vez que... MEU PONTO! Correu para tentar descer, mas não deu tempo.&lt;br /&gt;Não tem jeito, é saltar no próximo e voltar andando um pedaço. Neste momento, sente um leve toque no braço e olha para trás. Ali estava a menina do corredor, de pé, olhando em sua direção e diz:&lt;br /&gt;- Vai descer no próximo?&lt;br /&gt;- Vou, perdi o meu ponto.&lt;br /&gt;- Bem, pelo menos está com guarda-chuva, ela diz com um leve sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ônibus para, desce na frente. Ao olhar para trás, ainda a vê correndo para baixo de uma marquise.&lt;br /&gt;Vai até ela, mas não sem antes dar uma deslisada e quase cair, hoje não é seu dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Está sem guarda-chuva? Pergunta.&lt;br /&gt;- O meu ficou no trabalho, mas eu moro aqui atrás, estou apenas esperando a chuva diminuir um pouco.&lt;br /&gt;- Te levo até lá, esse horário é perigoso andar sozinha por aí.&lt;br /&gt;- E porque eu deveria confiar em você?&lt;br /&gt;- Tudo bem, não confie. Virou as costas e saiu.&lt;br /&gt;- Espere, espere! Desculpe, eu...&lt;br /&gt;- Não tem problema, vamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caminho era curto, mas foi o bastante saber seu nome e telefone. O papo havia sido bom, agora era esperar e ver se ela realmente ligaria. Ao chegar em casa, uma pequena confusão surge em sua cabeça, mas logo é transformada em tristesa. Até o cheiro fazia lembrar... Ao passar de um cômodo para o outro, poderia jurar ter visto ela ainda andando no corredor. A sensação era tão forte, que acabou voltando 2 vezes no cômodo anterior para se certificar que não havia ninguém. E logo naquele lugar... Era ali que costumavam... *bocejo* Que sono, melhor ir dormir, o dia seguinte seria bem longo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Continua...&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-9075699528121118746?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2008/04/resqucios-dela.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-3614035543641090946</guid><pubDate>Mon, 24 Mar 2008 01:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-24T00:48:52.345-03:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>relacionamentos deprê</category><title>Domingo à noite</title><description>Domingo à noite, nada para fazer, nada para comer em casa. Um passeio solitário a pé, a procura de algo para comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia foi bom, mas a noite... É sempre a noite de um domingo, mesmo que páscoa...&lt;br /&gt;Um cachorro quente prensado, essa coisa suburbana do Rio, no meio da rua, sentado em um banco de plástico, olhando para o nada.  Os carros passam ali perto, a rua tem bastante movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://img.photobucket.com/albums/v241/brunofontes/23032008002.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto novamente aquela sensação, já velha amiga, não estou para muitos amigos, parece que o mundo não tem mais muita graça e que tudo é sempre igual. Apesar de ser péssimo, é nessas horas, e apenas nestas horas, que consegue criar algo bom.&lt;br /&gt;A comida ajuda a melhorar o humor, parece que parte era responsabilidade da fome, agora se extinguindo. Nossa, essa cebola com shoyo ficou uma delícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pagamento, troco, o caminho de volta para casa está deserto. Os carros passando, alguém do outro lado da rua, uma pessoa suspeita, mas nada demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em casa novamente, hora de voltar para o computador. Essa vida nerd delega muitas obrigações, e ficar muito tempo longe disso não é uma opção. Mensageiros instantâneos abertos, uma conversa sem sentido e triste aqui, outra ali...&lt;br /&gt;Ela está indo dormir, tchau, beijos, te amo, como assim. Como assim?  COMO ASSIM???&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não aceitação, confusão, exclarescimentos, dúvidas e divisões. Este mundo sempre nos prega uma peça, e o que parece certo é duvidoso. Nunca soube me manter em um relacionamento... Parece que mesmo assim... Não, você deve continuar, não vale a pena ficar. Ah, se soubesses como realmente as coisas são e como seria... Continue e... Você quer ir? Eu? É, procuraria um emprego e iria? Mas... É uma difícil escolha, amigos, família, cargo, tudo... Mas tem você do outro lado! Isso seria bom, ou não?&lt;br /&gt;Não posso prometer, então tá, tchau e até amanhã. Despedida terça, depois nunca mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como são as coisas... Nos domingos normais que acontecem as coisas estranhas, as coisas a distância que parecem certas se mostram tão duvidosas, e o que parecia ser uma atitude carinhosa e sincera se torna um pesadelo tragicômico.&lt;br /&gt;Ainda no mesmo dia, algum tempo depois, já tranqüilo, é o coração que, apesar de sentimentalmente abalado, resolve mostrar que fisicamente também está. Ele dispara, o sangue some, me sinto fraco, mas rapidamente é possível retomar o controle e está tudo normal de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora sim, essa é a vida que conhecemos! Hora de se preocupar com os estresses do dia seguinte, somar umas preocupações a mais, muito trabalho, algumas alegrias e curtir cada momento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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E isto nunca foi um problema para André, muito pelo contrário, André gostava e se gabava de ser assim! Em muitos casos seu jeito alternativo de ser lhe rendia amizades e, mais que isso, o transformavam algumas vezes no centro das atenções entre os amigos.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Ah, ele é uma coisa&lt;/i&gt;, dizia uma das amigas do André, &lt;i&gt;é impossível não gostar dele!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mesmo as meninas que mal o conheciam já tinham certeza que ele era especial! E nunca esconderiam estas palavras dele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o André se acostumou com isso, até demais para o seu gosto...&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Ai André, você é o máximo, sabia? Mas vem cá, te falei do Pedro?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Qua...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- O da festa da Simone, ele me chamou para sair! Será que eu devo aceitar logo de cara ou me fazer de difícil?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Ah...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- É, é melhor eu aceitar logo antes que ele chame outra! Beijos! - E a Angela desliga o telefone.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E era sempre assim, André era o máximo, era especial... Especialmente deixado de lado pelas garotas. E a frase que de início era um grande prazer em ser ouvida, passou a ser um martírio na vida de André. O "especial" havia deixado de ser sinônimo de "cara incrível" e passado a ser de "pessoa com problemas mentais". Afinal, não era possível! Como alguém que era tão especial, tão isso e tão aquilo, poderia ser deixado tanto de lado? Mas deve haver alguma solução... E qual seria?&lt;br /&gt;Como num estalo, André se levanta da cadeira, folheia a agenda de telefones e procura os números daquelas garotas bonitas, mas que ele pouco tinha contato. Monica era o nome da primeira que aparecia, seus longos cabelos encaracolados, suas delicadas mãos... É para ela que ele iria ligar.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Alô?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os lábios de André estão fechados, os olhos arregalados, nem mesmo respirar André consegue.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Alô? Alô? &lt;/i&gt;- Insiste a Monica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a coragem de André havia saído pela janela. Sua timidez era grande demais para falar com uma garota assim, mas ele precisava tentar novamente! Bebeu 2 goles de água muito gelada, pigarreia, tira o fone do gancho e começa a discar.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Alô?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Oi Monica, aqui é o André!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Oi André, quanto tempo!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- É sim, não é? Me diz uma coisa, será que você... Tem o telefone da Andréia?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Não tenho André, desculpa... Ah, eu estou querendo compania para passear um pouco, você não quer ir na praça da alegria comigo?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Cl-cl-claro!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Combinado então, às 19h eu vou estar lá!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;André se prepara durante todo o dia, leva o carro para lavar, toma aquele banho, se arruma todo até ter certeza que está impecável!&lt;br /&gt;E às 18:30h ele já estava na praça da alegria, todo arrumado, encostado no próprio carro, que reluzia de tão limpo, enquanto esperava a Monica.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- 19h! Agora sim está no horário que marcamos, ela já deve estar chegando...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;20h... André já desesperado tentando ligar para Monica e seu celular dava fora de área. Ligava para o telefone fixo, mas ninguém atendia. O que teria acontecido com Monica? Mesmo assim André espera, não era todo dia que conseguia um encontro. 20:30h... 21h... 21:30h... André desiste e volta para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, logo cedo, o telefone toca, era Monica, pediu desculpas pelo dia anterior, foi aniversário da sua Avó e ela havia se esquecido. Tentou ligar, mas o celular dela não pegava naquela região.&lt;br /&gt;A tristesa de André no mesmo momento se transformou em felicidade! E antes que ele pudesse pensar em algo, já havia deixado escapar pela sua boca um "&lt;i&gt;Não tem importância, vamos na próxima sexta no cinema?&lt;/i&gt;", que Monica aceitou sem pensar duas vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sexta chegou, mas a Monica não. E André não sabia mais o que estava acontecendo... Suas amigas diziam que ele era um cara especial, e que se ela não liga para ele, muitas ligam. Porém ele sabia muito bem que não haviam muitas, para falar a verdade, só havia a Monica, e que ele a queria e ela dizia querer ficar com ele.&lt;br /&gt;Marcaram outra vez no sábado, na outra sexta, dois sábados depois e nada... Nenhum encontro, cada dia um problema (ou seria uma desculpa?). Não importava, só que André não queria mais saber disso, e quando a Monica ligou para dar a sua habitual desculpa, André a interrompe:&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Não importa, chega, já sei, não deu!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Ma...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Cansei, se você não quer sair comigo, não saia! Mas não minta pra mim dizendo que quer!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Eu nu...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;-&lt;/i&gt;&lt;i&gt; Acabou, ouviu? Não vamos sair mais, não vamos nos ver mais, não quero sequer ouvir a sua voz! Acabou! Nós nunca saímos, mas nem a primeira vez terá, chega e está acabado!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ele desliga o telefone com violência, sem deixar que Monica fale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passa e, 7 anos depois, André está andando por um Shopping e vê a Monica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Oi!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Oi, André! Quanto tempo!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- É... Faz tempo mesmo! Como vai?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Eu estou bem! E você? Novidades?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Não, não. Continuo tudo na mesma, e você?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Ah, tá vendo aquele homem de verde alí, na porta do loja de produtos naturais? É o meu marido, Marcelo. Eu estou trabalhando agora em uma multinacional, sabe, estou adorando essa vida.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- É... Legal... Eu me mudei, sabia?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Sabe aquele dia que você não me deixou falar no telefone? Eu estava querendo dizer que eu havia conseguido terminar com o Marcelo e que a gente poderia até começar a namorar. Não te contei dele pois não queria que você achasse que eu estava te dando um fora... Só que nós acabamos voltando e nos casamos. Bem, agora eu tenho que ir.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- É... Aparece lá em casa...&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;- Claro! Beijos. &lt;/i&gt;- Monica falava enquanto caminhava para perto de seu marido, sem saber o novo endereço do André.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E André continua diferente... Todos os amigos sabem, ele foi o único que não se casou, não se envolveu com mulheres (ou homens, até onde saibam) e agora mora distante, em... Qual é mesmo o nome daquele bairro? Não importa, ele nasceu para ser diferente, enquanto todos se casam, ele se isola do mundo. Mas deve estar bem, vocês viram quantas mulheres dizem que ele é especial? É, eu queria ser especial para tantas mulheres assim...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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Mandou pelos correios, nunca vai saber onde tá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Entro nos correios e mato todo mundo atrás da minha super maconha puríssima, feita pelas freiras cegas e com incapacidade de sentir odores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: uauhauhauhauhauhauhahuahuahuuahhua&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Eles tem medo se for maconha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: Ou não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Já se for crack, não. O usuário vai estar morrendo mesmo, foda-se ele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: auuhauhahuahuauhahuahuauhahu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: é, só doido&lt;br /&gt;por isso que eu não trabalho nos correios!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: uhahuhuuhahuauhauhauh boa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Com todos aqueles malotes, cartas, envelopes grandes, cartões postais...&lt;br /&gt;Deve dar uma vontade imensa de sair abrindo tudo!&lt;br /&gt;E deve ter muita coisa de tecnologia viajando por aí...&lt;br /&gt;Fones de ouvido, iPods, pockets, palms, gps, placas de vídeo, som, processadores&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: Isso é um problema! ahuhauhuahuauahahu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: eu já recebi um console de carro pelos correios...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: auhahuhuahuahauauh verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Daqui a pouco vão enviar o gato Pedrinho para visitar a casa dos tios via sedex&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: UAHUAHUAUHAUHAHUAUHHUAHUAUHAUHAHUAUH&lt;br /&gt;Não duvide.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Só espero que o gato não seja muito brabo, seria ruim abrir a caixa e dar de cara com ele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: UHAUHAHAHUAHUA verdade.&lt;br /&gt;Poderia ser um problema sério [tongue]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Por isso prefiro os eletrônicos, tirando os que parecem relógio e fazem tic-tac, tic-tac, tic-tac, BOOOOM, normalmente são bem mais inofencivos ao se abrir a caixa do que os gatos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: UAHUAHUAHUAHUAHUAHUAHUAUHHUAHAUHA e isso não é mto legal de mandar pelos correios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: não mesmo, até pq vai destruir outras encomendas próximas... E se tiver outra bomba, vai detonar também!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: Exatamente! [tongue]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: É só torcer para que nenhuma central dos correios seja próxima a um posto de gasolina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: UHAUHAHUAUHAUHHAUHAUHAUHAUHUA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Se bem que deve existir uma regra, né? Nenhuma central dos correios pode ser localizada próxima a postos de gasolina, hospitais (de nada adianta ter um hospital por perto se ele foi destruído na explosão) e centros comerciais em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: aiahauhahuahuuhauhauhauhauhauh não pode é enviar explosivo, mto mais fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: Mas isso é meio difícil de identificar...  O cara coloca na caixinha bonitinha, faz um cartão de natal, um bom embrulho e manda por sedex para a sua sobrinha que mora em foz-do-iguaçu&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thiago: AHUHAUAHUAHUAHUAHAUHAUHAUAH&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;me: A atendente dos correios vai pegar a caixa, receber o dinheiro (mercenários, só enviam as caixas se você pagar) e colocar junto com todas as outras para enviar, tudo corrido, afinal, é para entregar no dia seguinte!&lt;br /&gt;Antes que possam saber se existe algo perigoso ali ou não, antes que a mulher consiga imaginar o que pode haver naquele embrulho, antes da própria pessoa que enviou consega sair dali, o bagulho explode!&lt;br /&gt;Aí é maconha pra todo lado...&lt;br /&gt;É, realmente trabalhar nos correios é Coca-Cola...  Emoção pra valer!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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A potência e força que eu sempre quis ter, mas as oportunidades não eram favoráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma grande maré de azar, incluindo problema com professores, dores de cabeça intermináveis, problemas com o carro, ser agarrado por uma mulher, brigar com quem eu não queria, etc. A lua mudou e, com ela, a maré, que agora está para peixe. Primeiro foi minha certeza que iria terminar a faculdade depois de um dia que, sem esperar, acabei saindo com um rolo que começou no primeiro dia de aula. E segundo foi a certeza de meu terceiro carro, um Santana 92 com ar, vidro, direção progressiva, 2 portas, com um bom espaço interno, relativo conforto... Ai, ai... MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO! Foi amor à primeira acelerada, daquele carro que o fundo está todo podre, tanto na parte dos passageiros quanto na mala. Alguns podres ao redor do vidro traseiro também, óleo misturando na água, sem o forro de uma das portas, os bancos (1 deles quebrado) são apoiados por pedaços de madeira e na metade do caminho para levá-lo para casa, a descarga arrebentou. Mas o que importa? É meu primeiro carro que quando se entra você não fica com medo de se sujar! Pelo contrário, você se sente confortável! Aquele grande comando de seta, volante grande com um ótimo apoio para as mãos, painel vermelho com quase tudo funcionando! Só os odômetros mesmo que estão parados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigindo feliz, com um ventilador que funcionava, tudo funcionando no comando de seta, desembaçador traseiro, retrovisor com regulagem interna, que não funciona, mas tem! O ventilador fez logo o favor de parar... Com o cano de descarga que arrebentou na frente mas não soltava atrás, tive que dirigir cerca de 20 kilômetros à 10Km/h até finalmente chegar na garagem, ao qual eu havia pedido aos meus tios para deixar o carro por um tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta altura eu já havia certeza que era ele, haviam me dito o IPVA havia sido anistiado até ano passado, aparentemente dá para recuperar a lata... Ah, com certeza, já estou praticamente anunciando o passatinho, que eu gosto muito, mas que iria dar lugar para o primeiro carro com cara de carro da minha história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o feliz proprietário de 2 carros aqui, um que foi um marco na época e o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO, ligou feliz para o Detran procurando saber como dar entrada na anistia do IPVA até o ano passado. Tal qual foi a minha surpresa ao saber que a anistia foi apenas de 2001 e 2002, os quais o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO não estava devendo mais. Porém somando todas as outras dívidas de IPVA temos um total de R$ 2.120,90. Se somar as 2 multas que já tem, mais a multa por atraso na troca de dono do documento que irá aparecer logo após a vistoria, somaria R$ 2.503,94. Os quais somados aos R$ 1.500,00 que paguei no MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO, adqüiridos prontamente com um grande empréstimo no banco, somariam R$ 4.003,94. Sem contar os gastos com lataria, interior, eletricista e revisão no motor para resolver o problema do óleo entrando na água. Como a prestação do empréstimo é um pouco alta, ficaria difícil manter o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO e restaurá-lo ao mesmo tempo, mesmo considerando a possibilidade da venda do meu Passat 84 lindo por fora, porém com o interior levemente depedrado, painel completamente rachado, bancos quebrados, soltando palha, forro do teto rasgado, forros de porta empenados, console errado e umas poucas entradas d'água pela porta ( algo próximo a 45).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensando desta forma, deixar o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO parado por um tempo enquanto levantava recursos para recuperá-lo. Mesmo que fosse obrigado a ficar algum tempo à pé, o que me afetaria bastante, valeria a pena. Meu pensamento foi interrompido pela voz de meu pai dizendo que meus tios alugaram onde o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO passou sua primeira noite em minha posse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todas estas novidades, devo começar a desmontar o que seria o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO e passar as peças possíveis para o Passat, que apesar de sua humildade e falta de conforto, vai ter uma potência agradável a quem dirige, sem demasias ou faltas. Com isto, rebatizo o MEU PRIMEIRO 2 LITRÃO como O- e o meu querido Passat, também conhecido como Priscila, a Rainha do deserto, devido aos problemas de vazamento de água e a grande quantidade de areia no interior, a qual nunca consegui retirar, com o apelido de meu primeiro 2 litrinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim começa minha história com os carros, que começou com a grande Bianca, aquele golzinho 86, com o fundo todo podre, motor que fumava e que foi roubado na porta da faculdade. E o futuro? O futuro apenas a Deus pertence.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-4998938703789610024?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2007/03/meu-primeiro-2-litro.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-3697969657574656401</guid><pubDate>Thu, 08 Feb 2007 18:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-01-07T20:32:33.052-02:00</atom:updated><category domain='http://www.blogger.com/atom/ns#'>quatro-patas</category><title>Review do Opala na Quatro Patas</title><description>&lt;span class="q" id="q_110a295944c98971_1"&gt;(Quatro Patas é a minha revista sobre carros)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos negativos:&lt;br /&gt;- O carro tem uma péssima estabilidade;&lt;br /&gt;- Dirigibilidade ruim;&lt;br /&gt;- Bebe muito, porém é fraco, tendo um mal desempenho no 0-100;&lt;br /&gt;- Durante os testes, o carro apresentou vários problemas, inclusive o eixo-cardan caiu duas vezes;&lt;br /&gt;- A aerodinâmica é terrível, folhas grudam na frente do carro e não caem nem mesmo com o carro parado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aspectos positivos:&lt;br /&gt;- Conforto;&lt;br /&gt;- A buzina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resumo: O Opala 4.1 6 cilindros é um ótimo carro, bonito, estiloso, bem confortável e com uma buzina maravilhosa. Um excelente custo-benefício.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-3697969657574656401?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2007/02/review-do-opala-na-quatro-patas.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-113378013269807320</guid><pubDate>Mon, 05 Dec 2005 10:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-12-05T08:55:32.716-02:00</atom:updated><title>A mulher do Eduardo...</title><description>Eu: AE, bora sair polvo?&lt;br /&gt;Ricardo: Po, tenho que terminar um projeto aqui, mas vamos sim. Me dá 5 minutinhos...&lt;br /&gt;Eduardo: Vamos, vamos.&lt;br /&gt;Jorge: Hm.... Não sei...&lt;br /&gt;Gabz: Não, estou cansado... Digo, vamos sim! Nah, é melhor não... Tá bom, vamos!&lt;br /&gt;Jorge: Vocês me esperam tomar um banho?&lt;br /&gt;Erica: Praia? Decidam logo!&lt;br /&gt;Flávia: É, vamos!&lt;br /&gt;Herbinho: Já é, meu querido!&lt;br /&gt;Andrea: É, pode ser!  ^_^&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóóóóóó.....&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;Eu: Pra onde? Pra onde? Heim! Bora, bora, bora, bora!!!!&lt;br /&gt;Ricardo: Rapidinho!&lt;br /&gt;Jorge: Stronogoff de panqueca na praia, pra ver os carros e as putas!&lt;br /&gt;Gabz: É... O lugar é legalzinho, pode ser...&lt;br /&gt;Eu: Já é!&lt;br /&gt;Erica apenas sorri.&lt;br /&gt;Flávia: Hmm.... Lá é bom?&lt;br /&gt;Eu: É legal, sim.&lt;br /&gt;Herbinho: Então vamos logo.&lt;br /&gt;Cid: Vocês não pedem minha opnião não, porra? Ah, praia é o caralho! Vamos pro parquinho comer uma pipoca alí!&lt;br /&gt;Flávia: Eita!&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóóóóóó....&lt;br /&gt;Jorge: Mas no parquinho alí tinha um stratus turbo esses dias. Ele parou no sinal do meu lado, eu fiquei pisando no acelerador e o cara saiu comigo... Ah, assim, ele me passou...  Mas eu não saí da traseira dele não! Ele não conseguiu abrir!!!!&lt;br /&gt;Flávia: Ai meu Deus, esses meninos só falam de carro!&lt;br /&gt;Érica: É... Nem me fale...&lt;br /&gt;Gabz: Sou mais o Johny na gasosa... Se não quebrar nada eu deixo pra trás!&lt;br /&gt;Érica vai pro quarto dela.&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóóóóóó...&lt;br /&gt;Eu: Ih, sou mais eu na Caloy Ceci Verde Limão. Ia passar os 3 pedalando com apenas 1 perna!!!!&lt;br /&gt;Gabz: O_o&lt;br /&gt;Cid: O_o&lt;br /&gt;Ricardo: O_o&lt;br /&gt;Jorge: O_o&lt;br /&gt;Herbinho: O_o&lt;br /&gt;Andréa: O_o&lt;br /&gt;Flávia: O_o     - Passou, passou... Calminha.... Passou, tá?&lt;br /&gt;Eduardo: O_o&lt;br /&gt;Aparece só a cabeça da Érica na porta do quarto do Jorge e...:   O_o&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóó...&lt;br /&gt;Gabz: A gente podia ir no Habbibs&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóóó....&lt;br /&gt;Cid: Ah, vai tomar no centro do teu cu, Gabz!&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóó...&lt;br /&gt;Herbinho: Não, vocês viram aquele Top Gear falando do Peugeot 823948273598711?&lt;br /&gt;Ricardo: Tá, vamos! Vocês precisam ver o que eu fiz no Miura! Depois de trocar o homocinética ontem, coloquei uma roda aro 73", troquei o carburador pelo 3E e comprei um kit turbo. Está lá na mala do carro.&lt;br /&gt;Jorge: Ah, agora vai andar pra caralho!&lt;br /&gt;Gabz: Rick, meu filho... Deixar o turbo na mala do seu carro não vai fazer ele andar mais. Você precisa instalar ele primeiro...&lt;br /&gt;Ricardo: O_o&lt;br /&gt;Jorge: Hoje o KK mexer de novo no meu motor, tá andando muuuuuuuito! Quero ver você me acompanhar!&lt;br /&gt;Eu: Vamos comer onde?&lt;br /&gt;Érica voltando: Vocês ainda não decidiram!?!?!?!?!&lt;br /&gt;Cid: Caralho, vocês só falam de carro e não saem nunca!&lt;br /&gt;Eu: Onde, onde, onde, onde???????&lt;br /&gt;Jorge: Strogonoff de Panqueca!!!!!&lt;br /&gt;Mulher do Eduardo: Sóóóóóóóó....&lt;br /&gt;Eu: Já é, vamos!&lt;br /&gt;Andréa: Fommmmeeeeeeeeeeeee&lt;br /&gt;Herbinho: Também estou com fome, vamos, vamos...&lt;br /&gt;*Ricardo abre o carro, eu entro...*&lt;br /&gt;Gabz: Não, não vamos lá mais não... Está tarde já... Vamos comer pizza...&lt;br /&gt;*Ricardo fica puto*&lt;br /&gt;*Erica fica puta*&lt;br /&gt;*Todos concordam com a idéia*&lt;br /&gt;*Jorge manda o Cid ir no Miura, pois está com um problema na suspensão, e não dá pra levar mais de uma pessoa...*&lt;br /&gt;*Nisso o Gabz está parado ao lado do Espero do Jorge, na porta da frente, com aquele sorrizão de criança.*&lt;br /&gt;*Herbinho e Andréa entram no VTS.*&lt;br /&gt;*Eduardo entra no Espero.*&lt;br /&gt;*A Flávia entra no Miura, Cidinho entra logo depois e vamos os 5 lá.*&lt;br /&gt;*Assim que saímos, meu celular toca. É o gabz*&lt;br /&gt;Gabz: Oh só. Eu to meio cheio de pizza, meio enjoado...  Vamos pra praia mesmo!&lt;br /&gt;*Eu falo no carro, todos concordam*&lt;br /&gt;Eu: Blz, fumus.&lt;br /&gt;*Na metade do caminho para a praia, Jorge mostra a superioridade do Espero mexido diante do Miura... Talvez por ele estar sozinho, no Miura ter 5 e a Érica e a Flávia ficarem controlando a velocidade do Ricardo, mas isso são detalhes...*&lt;br /&gt;O Ricardo liga para o Eduardo e pergunta: Dú, cadê tua mulher?&lt;br /&gt;Eduardo: Ih caralho!&lt;br /&gt;Ricardo liga para a mulher do Eduardo, que está ainda na porta da casa do Jorge, e ela: Sóóóóóó...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-113378013269807320?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2005/12/mulher-do-eduardo.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-110632481240484459</guid><pubDate>Fri, 21 Jan 2005 16:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-01-21T14:42:40.216-02:00</atom:updated><title>1st Siege</title><description>"PREPAREM-SE AGORA, A GUERRA ESTÁ PARA COMEÇAR!", grita o nosso líder.&lt;br /&gt;O clã se separa em grupos menores, uma parte avança para conquistar um Castelo, outra parte vai ajudar os aliados a defender seu território. Fico no grupo de ataque, a sacerdotisa abre um portal para nosso objetivo e o atravessamos correndo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tento identificar onde estou, mas vejo apenas um castelo com um grande movimento do lado de dentro. Nosso grupo se junta e invade a porta, mas percebo cavaleiros correndo em minha direção para atacar. A montaria vem em minha direção e eu estou sozinho, o grupo onde estava agora ataca outros cavaleiros do outro lado. Mas de repente eles param, algo os chama a atenção do outro lado e eu continuo ali. Vou andando em direção aos outros para juntos destruirmos os oponentes. Começo a andar em um frio de doer toma conta de meu corpo, tento andar e não consigo, minhas pernas estão congeladas, meus braços também. Agora sou uma pedra viva de gelo. A sacerdotisa consegue me descongelar, mas logo em seguidas ela e meus outros amigos estão congelados, apenas eu continuava de pé. A ira toma conta de mim ao ver esta cena, pego meu arco e miro entre os olho do bruxo disparando quatro flechas contra sua cabeça. No momento em que ele morre, o grupo fica livre das pedras de gelo e vejo outro bruxo se aproximando. Novamente mais quatro flechas são suficientes para que ele caia morto. Sou abençoado, curado e minha velocidade é aumentada. Ouço um barulho alto e um cavaleiro vem me atacando por trás. Novamente sou curado e atacado, curado e atacado até que mais dois cavaleiros chegam, um ajuda a me atacar e o outro corre para cima de nossa sacerdotisa. Quando de repente tudo fica escuro e apareço novamente em nosso ponto inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda sem entender o que havia acontecido, peço para a sacerdotisa local me enviar novamente para a porta do castelo, já entro com tudo atacando com minhas flechas mais um bruxo que aparecia e quando pensava em correr para adentrar mais o Castelo, ouço a líder de nosso grupo gritando para que voltássemos. Todos corremos o contrário e ficamos ao lado de fora da porta aguardando instruções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aproveitamos para descançar um pouco do calor da batalha, e enquanto estávamos comendo chegam as novas instruções para defender outro castelo, um castelo nosso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Corremos para o local, ainda sem acreditar que nosso clã agora era dono daquele lugar. Entramos e tomamos posição de defesa. Armadilhas e magias tomavam conta de nossa porta, para que ninguém conseguisse passar. Eu e uma amiga estávamos em posição de sniper, mirando contra qualquer um que ultrapassasse nossa porta. Nossa defesa era forte, mas estávamos com medo de um ataque ainda mais poderoso. Eu, ainda desconfiado, resolvo procurar algo em outras salas próximas ao castelo, quando descubro um aliado nos traindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era ele, um grande cavaleiro e apenas eu, um pobre arqueiro ainda sendo treinado na mesma sala. Ele estava distante, mas não tanto. Conseguiria me alcançar e me matar antes que eu pudesse causar algum dano em sua forte armadura, mas neste exato momento entra nosso grande líder, que com seu martelo acaba com o cavaleiro em poucos golpes. Ele me pede que fique de vigia ali até o fim do ataque, e ali permaneço sozinho. Novamente no alto esperando para soltar minha rajada de flechas no primeiro inimigo que aparecer, até que ouço a gritaria. O ataque cessou, o castelo era nosso! &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-110632481240484459?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2005/01/1st-siege.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-109285148201048126</guid><pubDate>Wed, 18 Aug 2004 17:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2005-12-05T15:35:34.450-02:00</atom:updated><title>O Abraço</title><description>O dia parecia tranquilo para Pierre, acordou bem de manhã, o trabalho foi prazeroso, com direito a uma xícara de café com a nova funcionária, que era muito charmosa, antes de ir embora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre era um cara alto, branco, olhos castanhos claros. Seus cabelos, sempre penteados e com gel para dar o aspecto de molhados, eram castanho escuros. Não havia uma marca sequer em seu rosto, mas chamava a atenção uma pequena pinta bem próxima ao seu olho esquerdo. Tinha um corpo atlético, para isto passava horas na academia diariamente e estava sempre muito elegante em trajes esporte-finos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta para a nova casa, pois havia acabado de se mudar, nota que o céu está bem escuro, algumas gotas de chuva começam a cair suavemente. Ele entra no carro e sai em direção a sua casa, onde mora sozinho. Pensando no que fazer à noite, Pierre não prestou atenção a um grande buraco no meio da pista, que cortou seu pneu.&lt;br /&gt;A chuva aumentava enquanto ele tentava trocar seu pneu no meio da estrada deserta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando termina de colocar o pneu novo no lugar, percebe uma sombra se aproximando. Ele pega a chave utilizada para prender a roda e segura com firmesa. Estava preparado para atacar qualquer um que tentasse assalta-lo naquele lugar. Não conseguia ouvir o barulho dos passos, pois a chuva já estava muito forte. A sombra ia aumentando cada vez mais, seu coração batia cada vez mais forte. Não estava disposto a olhar quem estava vindo, queria pegá-lo de surpresa. Mas... E se ele estivesse armado? Teria que ser bem rápido, pensar em uma outra solução. Mas ele já estava ali, provavelmente a dois passos de Pierre.&lt;br /&gt;Querendo saber exatamente a posição do bandido, ele olha para o chão, tentando ver a posição dos pés do assaltante quando percebe uma bela sandália preta. Então... Não era um ladrão, mas sim uma linda mulher vestindo um longo vestido preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua pele muito branca ressaltava seus olhos negros, assim como seus longos e lisos cabelos da mesma cor. Sua pele, mais delicada que a de qualquer mulher que Pierre já havia visto, estava toda molhada da chuva. Porém seus lábios continuavam com o forte batom vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre, muito assustado, apoia a chave em cima do carro e pergunta para a mulher: &lt;br /&gt;- Oi, posso ajudá-la?&lt;br /&gt;- Olá, meu bom homem. Surpreso em ver um Dama por aqui? Pode-me dizer sua graça?&lt;br /&gt;- Sou o Pierre, prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mulher faz um referência com os braços, aproxima-se e diz quase que em um sussurro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Porque não vamos para um lugar mais acolhedor? Dias escuros chuvosos são perigosos. Ah, perdão. Pode-me chamar de Clarisse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Oi Clarisse, diz Pierre, entre no carro. Eu te dou uma carona.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre abre a porta do carro para Clarisse, ainda impressionado com sua elegância e beleza, dá a volta pela parte da frete dando uma batidinha com a chave no capô do carro e entra. Antes de partir, dá uma boa olhada para a mulher, respira fundo e resolve levá-la para algum restaurante fino. Afinal, não era todo dia que se encontrava alguém tão bonita e Pierre já sabia o que fazer para conseguir uma maravilhosa noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio do caminho Clarisse põe a mão esquerda na perna direita de Pierre, dá uma olhada rápida para seus olhos, eles correm para o pescoço. Sua mão que estava na perna de Pierre agora já toca seu pescoço com delicadesa, enquanto passavam por uma rua sombria. Suas unhas grandes e vermelhas arranham levemente o pescoso dele. Agora é a vez da boca se aproximar de sua orelha, ela sussura: "Você está me levando realmente para um lugar mais calmo? Estou toda molhada da chuva, porque não tomamos a direção do próximo hotel?".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre, mesmo sem conhecer muito bem o caminho, faz a curva e a leva direto para o hotel que há ali. A chuva continua forte, agora ventava muito e as folhas de amendoeiras próximas balançavam. Um raio cai a não muitos kilômetro dali. Os olhos de Clarisse brilham com o raio e ela diz: &lt;br /&gt;- A natureza é perfeita, não é? Gaia tem um grande poder de acabar com tudo que não quer, mantendo a si mesma sempre limpa e purificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre não respondeu, estava nervoso demais para se preocupar com natureza ou Gaia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Os raios são lindos, ela continua, e tem uma grande capacidade destrutiva. O homem tenta cada vez mais os controlar, mas Gaia sempre consegue o que quer... A pureza é necessária...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela para olhando fixa para um ponto no céu, como se esperasse que alguma coisa fosse acontecer. As últimas gotas de chuva escorreram por sua face.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles chegam ao hotel, que era muito grande e antigo, portas gigantes estavam em sua entrada, as grandes janelas estavam fechadas para evitar que a chuva entrasse. Pegam um quarto com cama de casal e sobem. Seus passos ecoam no grande salão de entrada. Não há nenhum sinal de vida além dos três.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A escada, em formato curvo que tinha um grande tapete vermelho os levavam ao segundo andar. Se encaminham para o quarto 205, a grande suite presidencial, destrancam a porta de luxo, com maçanetas douradas e adentram o quarto. Uma grande cama de casal riquíssima em detalhes esculpidos na madeira os aguardava com um lençol muito branco. Havia um papel de parede cuja a metade de baixo era marrom escuro, com faixas marrom mais claro formando losângulos. Uma espessa linha vermelha sangue dividia as duas partes, e logo acima tudo era um calmo amarelo escuro, com pequenos losângulos marrom claros desenhados espaçadamente.&lt;br /&gt;De frente para a porta havia uma lareira com duas cadeiras vermelhas aparentemente muito confortáveis. Na direita estava a cama, enquanto na direção oposta podia-se ver a porta do banheiro.&lt;br /&gt;O quarto não tinha nenhum aparelho de tv, sua iluminação era feita por um grande candelabro com diversas lâmpadas pequenas, a cor do teto acompanhava a parte de cima das paredes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre se encaminhou diretamente para a lareira sem dizer uma só palavra. Acendeu o fogo e tratou de se sentar na cadeira da esquerda, enquanto Clarisse foi diretamente ao banheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Agora é a hora, ele pensa. Essa vai ser fácil... A noite será perfeita!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O som do chuveiro abrindo deixa Pierre mais excitado. Falta pouco agora. E se... E se eu entrasse no chuveiro com ela?&lt;br /&gt;Na mesma hora ele se levanta, tira a camisa e joga no chão, próximo a cama. Vai andando até a porta do banheiro, que está semi-aberta, tirando o resto da roupa e entra. O banheiro, que tinha as mesmas cores do quarto, era grande e arejado. Havia uma banheira em um canto, e no outro a pia, que ficava próxima da porta e parecia muito antiga. No fundo dava para ver o boxe, onde Clarisse tomava banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem que estivesse esperando, o chuveiro se fecha, a toalha branca rola devagar para o outro lado, a porta é aberta. Ela põe a cabeça para a fora e diz: Vem!&lt;br /&gt;Pierre vai caminhando sem conseguir esconder uma grande expressão de vitória. Ao chegar bem próximo ela sai de trás do boxe deixando cair a toalha, o abraça e começa a beijar sua orelha esquerda, descendo até o pescoço. Sem que Pierre perceba, os dentes caninos de tal dama estão vagarosamente crescendo, e ela encrava as unhas grandes em sua pele assim como seus dentes em seu pescoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após este dia, ninguém nunca mais ouviu falar de Pierre...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.brunofontes.net"&gt;www.BrunoFontes.Net&lt;/a&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7712179-109285148201048126?l=contos.brunofontes.net' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://contos.brunofontes.net/2004/08/o-abrao.html</link><author>noreply@blogger.com (Bruno Fontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7712179.post-109049729998462204</guid><pubDate>Thu, 22 Jul 2004 11:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2004-07-23T10:34:02.056-03:00</atom:updated><title>Testando</title><description>Teste...&lt;br /&gt;Alô, alô, som, teste!&lt;br /&gt;Arram, estamos aqui (piiiiiiiiiiiiiii), alô, sssssssom! Teste! Tentando colocar todos os contos que aparecem em surtos de criatividade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste momento todos gritam. Alguns vibram de felicidade, mas a grande maioria vaia o apresentador moreno, de cabelos longos e vestido de preto que está no pequeno palco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como eu estava falando, estaremos trabalhando para uma melhor ve - E a luz acaba neste exato momento, deixando todo o quarteirão no escuro...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;--------------------------&lt;br /&gt;
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