Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

Barbara, ó Barbara

Como esquecer Barbara, aquela menina meiga, tão carinhosa... Sua delicada pele, aqueles lindos e grandes olhos castanhos... Ó Barbara...

Barbara é o que se podia chamar de mulher perfeita, ela é linda, simpática, mas Barbara teve que partir.

Ó Barbara... Por que se foi? Logo você que tanto dizia gostar de minha compania...
Ó Barbara... Se tu me amava, porque me trocou pelo homem da farmácia?

Ó Barbara... Doce Barbara...

Estava sempre sorrindo, apenas uma vez se zangou... Porém neste dia, minha mão ela decepou...

Ó Barbara...

Comigo ela queria se casar, e a cada vez que eu a tentava beijar, um soco na barriga costumava levar...

Ó Barbara, minha Barbara...

Eu tinha certeza que ela nunca fugiria, pois sempre quando ela me traia, voltava para casa após dois dias...

Ó Barbara, uma santinha...

Gostava sempre de ir a missa, pedia perdão, gostava da homilia, sempre fazia promessas, mas era eu quem cumpria...

Ó Barbara, que sempre cuidava de mim...

Mas acabou o remédio que ela me dava, então percebi onde estava, e com o homem da farmácia, correu, dizem que foi para a Austrália...

Ó Barbara, volte...
Com todo o meu penhor, vou te fazer sentir muita dor, para provar que tudo que eu sentia, era amor.