Segunda-feira, Dezembro 31, 2007

Barbara, ó Barbara

Como esquecer Barbara, aquela menina meiga, tão carinhosa... Sua delicada pele, aqueles lindos e grandes olhos castanhos... Ó Barbara...

Barbara é o que se podia chamar de mulher perfeita, ela é linda, simpática, mas Barbara teve que partir.

Ó Barbara... Por que se foi? Logo você que tanto dizia gostar de minha compania...
Ó Barbara... Se tu me amava, porque me trocou pelo homem da farmácia?

Ó Barbara... Doce Barbara...

Estava sempre sorrindo, apenas uma vez se zangou... Porém neste dia, minha mão ela decepou...

Ó Barbara...

Comigo ela queria se casar, e a cada vez que eu a tentava beijar, um soco na barriga costumava levar...

Ó Barbara, minha Barbara...

Eu tinha certeza que ela nunca fugiria, pois sempre quando ela me traia, voltava para casa após dois dias...

Ó Barbara, uma santinha...

Gostava sempre de ir a missa, pedia perdão, gostava da homilia, sempre fazia promessas, mas era eu quem cumpria...

Ó Barbara, que sempre cuidava de mim...

Mas acabou o remédio que ela me dava, então percebi onde estava, e com o homem da farmácia, correu, dizem que foi para a Austrália...

Ó Barbara, volte...
Com todo o meu penhor, vou te fazer sentir muita dor, para provar que tudo que eu sentia, era amor.

4 comentários:

Rodrigo Deus disse...

Essa história/poema/conto/whatever é real? rs

Teresa disse...

Lindo conto, um belo poema!
Irônico, sarcástico, contraditório, valeu ter demorado tanto para criar um belo tema. Desejo q sua inspiração não nos prive de seus contos por muito tempo.
Adorei!!!!!!!!!
Bjs

Bruno Fontes disse...

Rodrigo,

Não, não é real! huahuahua


Teresa,

Obrigado mesmo, fiquei até sem jeito agora. Vai, não é tão bom assim... Eu espero que me mantenha inspirado, pois adoro escrever! hehehehe

Bjs!

Rodrigo Deus disse...

Ah! Eu sei que você ADORA escrever seus contos, que parece fantasia misturada com realidade, ah, isso parece sim senhorito!